Poupar, para quê?
Mais do que poupar, guardar o dinheiro na conta corrente ou mesmo debaixo do colchão, é preciso investir. Para investir bem, é muito importante que se tenha em mente alguns detalhes a respeito de você mesma e da ampla gama por trás das opções de investimentos disponíveis.

Pessoas diferentes investem de modos diferentes. Aliás, dependendo da fase da vida de uma pessoa, um produto de investimento pode deixar de ser o ideal. Por isso, considere primeiramente o objetivo de cada pessoa. Esta meta determinará automaticamente o prazo ideal (curto, médio ou longo). Uma pessoa pode poupar para viajar, estudar no exterior, pagar a faculdade dos filhos, manter uma reserva de emergência ou pode investir em viver confortavelmente na aposentadoria, em ter independência financeira, em acumular o primeiro milhão, etc.
Já que os motivos para se investir são inúmeros, as opções de investimento são igualmente inúmeras. As mais populares são imóveis, fundos, CDBs e letras de câmbio, caderneta de poupança, dólar, ouro e ações, entre outras. É fundamental, portanto, a adequação do objetivo de cada pessoa ao tipo de investimento. Para isso, é preciso saber o quanto você tolera riscos, ou seja, se o seu perfil é conservador, moderado ou agressivo.
Assim, antes de aplicar você pode estudar uma quantidade mais realista de opções, em que se deve considerar três aspectos: rentabilidade, liquidez e segurança.
Em poucas palavras, rentabilidade é a remuneração dos juros sobre o capital investido. Liquidez é a capacidade de seu investimento se tornar dinheiro em espécie facilmente ou não. Segurança é a garantia do valor aplicado, embora quanto maior for o seu risco, tenho certeza que você desejará o maior retorno possível.
Por último, mantenha em mente a alíquota do imposto de renda sobre os rendimentos e as taxas de uso e performance dentre as instituições financeiras. Assim, investir será bem mais interessante do que poupar.
Postado por Evelin às 19:41 | 10/03/2009 | 2 comentários