Diversificar ou Não? Eis a questão 

Muitos investidores normalmente têm baixa tolerância a flutuações no mercado, como experimentamos nos dias de hoje. Para muitos destes, a diversificação de investimentos é um dos modos de suavizar estas oscilações.

Diversificação é uma técnica que combina uma variedade de investimentos, de modo a minimizar o impacto de um ativo através da performance total do portfólio.

Um exemplo muito simples seria investir nas ações de 2 empresas: uma fábrica de aquecedores e a outra, ventiladores e aparelhos de ar condicionado. Evidentemente, em teoria, cada uma tem seu pico de desempenho em determinada estação do ano. Se você investir somente na fábrica de aquecedores, a performance das ações normalmente dependerá do quanto o inverno for frio em cada ano. O oposto aconteceria com a empresa de ar condicionados.

Como investimento alternativo, muitos investidores colocariam 50% de seu capital em cada uma das empresas, no intuito de se obter retornos decentes ao longo de todo o ano. Sem a preocupação de quanto tempo vão durar ambas as estações e aproveitar épocas em que há ondas de calor no inverno e vice-versa, além de independer do desempenho bom ou ruim de uma só empresa.

Em suma, para diversificar seus investimentos, vale considerar 3 práticas principais:

1. Construir um portfólio com uma certa variedade de produtos como: ações, fundos, imóveis, moedas estrangeiras, etc.
2. Varie o nível de risco de seus ativos como: ações em bolsa e renda fixa.
3. Varie por indústria para evitar o risco de certos mercados como agrícola, petróleo e tecnologia.

Evidentemente, a diversificação poderá levar o investidor a alcançar suas metas de retorno e minimizar riscos. Apesar de não importar o nível de diversificação aplicada, investir envolve tomar riscos.

Para evitar maiores riscos, estudar os produtos em que você aplicará seu dinheiro é o primeiro investimento a ser feito, sempre.

Postado por Evelin às 19:00 | 29/05/2009 | Nenhum comentário

 A ciência das finanças 

Muitas pessoas não falam muito sobre finanças. De fato, exceto por algumas boas exceções, não vejo pessoas das mais variadas profissões falarem sobre dinheiro no dia a dia, a não ser para dizer que não entendem a atual economia. De fato, percebo que há um certo constrangimento em se falar de finanças e dinheiro em geral.

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O que será que as pessoas temem tanto?

Finanças é frequentemente associado à matemática e isso é motivo para certo desconforto em muitos. De fato, finanças e economia são ciências humanas que se utilizam de ferramentas como matemática e estatística para elaborar certas teorias.

Ao contrario de física e química, finanças e economia não são consideradas ciências exatas porque não podem ser testadas em laboratórios e não se pode prever com 100% de exatidão o comportamento do mercado ou de uma indústria diante de um fato qualquer.

Dentre as teorias financeiras mais conhecidas, elaborada para tentar explicar o comportamento dos investidores e do mercado, é a do Risco e Retorno.

Em simples palavras, pode-se definir risco como a chance de um retorno em um investimento ser diferente do esperado. Na verdade, risco significa a possibilidade de perder algum montante, ou até mesmo todo, do seu investimento original.

Assim, baixo nível de incerteza (baixo risco) em um investimento normalmente está associado a um baixo potencial de retorno, assim o contrário é válido para ativos de alto risco. Desta associação vem a errônea frase: “Quanto maior o risco, maior o retorno”.

Na verdade, quanto maior o risco, maior a possibilidade de se obter um maior retorno e, para se obter um portfólio que equilibre o menor risco possível com a maior possibilidade de retorno é necessário conhecer as opções do mercado e seus respectivos desempenhos.

Vale lembrar que não há garantias, já que risco significa maior potencial de perdas também.
Apresentarei outras teorias dentro em breve. Até lá!

Postado por Evelin às 20:32 | 25/05/2009 | Nenhum comentário

 Informações e Serviços Financeiros 

A informação é a ferramenta essencial para as finanças em geral e, principalmente, para auxiliar investidores na tomada de suas decisões.

Para se obter estes dados tão vitais, recorre-se a serviços de informações sobre o mercado que vão desde o simples telejornal que informa a variação da bolsa de valores até a terminais exclusivos fornecidos por agências especializadas na divulgação de notícias, análises e gráficos de companhias do mundo todo, com destaque ao portfólio do investidor e indicadores para comparação de performance, passando por canais de rádio e televisão exclusivos de notícias, jornal impresso dedicado exclusivamente às finanças, sites pagos e gratuitos que permitem até se discutir, por exemplo, os motivos de se recomendar ou não a compra de um lote de ações de uma empresa em detrimento da concorrente, entre outros.

Evidentemente, estes produtos estarão disponíveis de acordo com o seu interesse em estudar o desempenho do mercado financeiro, assim como a disponibilidade do seu bolso; mas se você está iniciando no mundo das finanças e desconhece a maioria destes veículos, saiba que muitos se utilizam de conselhos e recomendações de pessoas mais experientes como outros investidores, gerentes bancários, professores universitários, etc.

Além dos serviços de informações, a coqueluche dos serviços financeiros disponíveis consiste em um aplicativo tecnológico (não me refiro ao gerenciamento de sua conta corrente pelo site de seu banco) disponibilizado pelas bolsas de valores e corretoras autorizadas de nome Home Broker. Este instrumento permite a negociação de ações através da internet e disponibiliza a inserção de ordens de STOP (mais conhecida como STOP LOSS), a qual merece uma explanação do tamanho de um artigo inteiro, mas que pode ser resumida como a ferramenta que “corta” sua posição diante de uma eventual queda na cotação de uma ação.

Basta, portanto, eleger uma fonte segura ou o melhor serviço de informações para incrementar seu capital. Correto? Nem tanto, já que ter acesso a dados privilegiados e obter ganhos ou vantagens com seu uso antes do público em geral é crime. Por isso, é importante reservar um tempo para estudar.

Postado por Evelin às 13:58 | 12/05/2009 | Nenhum comentário