Diversificar ou Não? Eis a questão
Muitos investidores normalmente têm baixa tolerância a flutuações no mercado, como experimentamos nos dias de hoje. Para muitos destes, a diversificação de investimentos é um dos modos de suavizar estas oscilações.

Diversificação é uma técnica que combina uma variedade de investimentos, de modo a minimizar o impacto de um ativo através da performance total do portfólio.
Um exemplo muito simples seria investir nas ações de 2 empresas: uma fábrica de aquecedores e a outra, ventiladores e aparelhos de ar condicionado. Evidentemente, em teoria, cada uma tem seu pico de desempenho em determinada estação do ano. Se você investir somente na fábrica de aquecedores, a performance das ações normalmente dependerá do quanto o inverno for frio em cada ano. O oposto aconteceria com a empresa de ar condicionados.
Como investimento alternativo, muitos investidores colocariam 50% de seu capital em cada uma das empresas, no intuito de se obter retornos decentes ao longo de todo o ano. Sem a preocupação de quanto tempo vão durar ambas as estações e aproveitar épocas em que há ondas de calor no inverno e vice-versa, além de independer do desempenho bom ou ruim de uma só empresa.
Em suma, para diversificar seus investimentos, vale considerar 3 práticas principais:
1. Construir um portfólio com uma certa variedade de produtos como: ações, fundos, imóveis, moedas estrangeiras, etc.
2. Varie o nível de risco de seus ativos como: ações em bolsa e renda fixa.
3. Varie por indústria para evitar o risco de certos mercados como agrícola, petróleo e tecnologia.
Evidentemente, a diversificação poderá levar o investidor a alcançar suas metas de retorno e minimizar riscos. Apesar de não importar o nível de diversificação aplicada, investir envolve tomar riscos.
Para evitar maiores riscos, estudar os produtos em que você aplicará seu dinheiro é o primeiro investimento a ser feito, sempre.
Postado por Evelin às 19:00 | 29/05/2009 | Nenhum comentário

