Jurinhos ‘inofensivos’ roubam seu dinheiro 

Quando você atrasa uma conta um dia ou dois, dependendo do valor dela, apenas alguns centavos são acrescentados no total que deve ser pago – ou na conta do próximo mês. Quando você divide sua compra naquela loja de roupas em cinco vezes ao invés de três, só aumentam alguns centavinhos em cada parcela. Nem dá para cerceber, né? Só que tudo isso, em cada um desses trocadinhos, revelam uma postura super ruim em relação às suas finanças, sabia? Vamos entender.

Quando você aplica seu dinheiro na poupança, no CDB, ou qualquer outro investimento, por mais que pareça que o rendimento é baixo, ele existe. Seu dinheiro está crescendo. Pouco, mas está. Já quando você deve, atrasa o pagamento de suas contas ou parcela suas compras, seu dinheiro está sendo, aos poucos, jogado no lixo, gasto em algo que não reverte em nada para você. Agora pense no longo prazo. Vinte anos, sei lá.

Qual postura de vida você acha mais positiva? Uma que só tira dinheiro do seu bolso, mesmo que sejam moedas, ou uma que só acrescenta, mesmo que um trocadinho no cofrinho?

Dinheiro é uma questão de postura. Você decide como vai lidar com suas finanças pessoais, se vai fazer o dinheiro trabalhar por você, fazendo os juros renderem sempre ao seu favor, investindo sempre e buscando constantemente aplicações que ofereçam rendimentos cada vez melhores ou se é você quem vai sempre trabalhar para o dinheiro, correndo atrás das faturas vencidas e pagando juros de atrasos, de parcelamentos e refinanciamentos de dívidas.

A postura que você terá em relação ao seu dinheiro só depende de você e, de pouquinho em pouquinho, fazem uma enorme diferença.

Postado por Evelin às 16:12 | 26/08/2009 | Nenhum comentário

 Como lidar com gastos imprevistos 

Às vezes as contas apertam, né? Por mais planejamento que tenhamos, vira e mexe surgem alguns imprevistos. Multa de trânsito, concerto inesperado no carro, viagem ou evento imperdível que apareceram em cima da hora… Coisas que representam um gasto exorbitante e que quebram nosso orçamento, deste e dos próximos meses.

Você sempre tem a opção de passar cheque e cartão de crédito a torto e a direito e ir se virando. A outra opção é apertar daqui e dali e “fazer caber” aquele gasto no seu orçamento. Alguns truquezinhos podem nos ajudar nessa tarefa. O primeiro passo é descobrir quais são os seus gastos supérfluos. Essas  são as coisas que você pode cortar e continuar sobrevivendo.

Depois que “passar a recessão”, você vai retomando-os aos poucos (ou não). Os exemplos mais clássicos: celular, cartão de crédito, compra de roupas, sapatos, assessórios e cosméticos (ai, essa parte é doída, né?), entretenimento, o que inclui cinema, shows, baladas, passeios e pequenas viagens. Lembre-se, parece cruel, mas é temporário. Isso deve ajudar no curto prazo.

Já se você achar que vai levar um tempo mais longo para quitar o seu gasto imprevisto – ou o valor dele for realmente muito alto – entram em xeque suas despesas fixas. Conta de água, luz, internet, TV a cabo, plano pós-pago do celular… dar uma diminuída nas visitas ao salão de cabeleireiro, uma cortada legal no supermercado.

Nada disso é fácil, mas se você apertar um pouquinho de cada lado, é, sim, possível lidar de forma menos traumática com gastos imprevistos. O mesmo plano vale para sair do vermelho, se você estiver encrencada com dívidas.

Você sempre tem duas opções. As que parecem exigir menos esforço, podem dar uma grande dor de cabeça no futuro. Por outro lado, as mais difíceis são, geralmente, as mais saudáveis para o bolso.

Postado por Evelin às 13:54 | 26/08/2009 | Nenhum comentário

 A vida que você quer no futuro 

Todo mundo precisa de tranquilidade depois de uma certa idade. Chega uma hora em que precisamos descansar; nosso corpo exige uma diminuição no ritmo de trabalho e nossa mente nos pede mais momentos para aproveitar a vida. Pena que isso é cada vez mais raro.

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Foto: mcohenchromiste

Quantos velhinhos e velhinhas você conhece que ainda trabalham muito mais do que deveriam? Ou mesmo quantas pessoas com mais idade passam vários apuros financeiros, tendo a mísera aposentadoria do governo como única fonte de renda – que é “comida” quase por completo pelo plano de saúde? Não é assim que você quer passar os últimos anos da vida, é? Nem eu.

Por isso, amiga, é recomendável que você comece a se preparar hoje, não importa em que idade você está. Vivemos muito no imediato, trabalhando hoje para pagar uma conta amanhã. Mas a vida exige um planejamento de longo prazo também, o qual nos esquecemos muitas vezes. Tente pensar em quanto dinheiro você precisaria juntar para obter uma renda mensal quase igual a que você tem hoje e comece a juntar.

Informe-se sobre opções de investir seu dinheiro, pensando no longo prazo, E SEJA DISCIPLINADA PARA POUPÁ-LO. Entre as opções que você pode pesquisar estão planos de previdência privada, investimentos em CDBs, Tesouro Direto, ou até mesmo em ações na Bolsa. Sem falar da Poupança, se você for das mais conservadoras. Tenha em mente que você não precisa se aposentar no luxo.

O mínimo básico é não precisar depender dos filhos para se manter e nem sofrer uma queda drástica no estilo/qualidade de vida por conta da aposentadoria (esse é um choque psicológico que muitos não aguentam). Todos os meses, reserve um dinheiro para o seu futuro, que deve ser investido pelo longo prazo. Faça isso como uma dívida consigo mesma e viva bem mais tranquila.

Postado por Evelin às 09:14 | 25/08/2009 | 1 comentário

 O be-a-bá para o bolso crescer 

Às vezes ouvir falar de investimentos, ou mesmo de uma simples poupança, parece tão fora da nossa realidade… Pensamos "se meu salário não dá nem para pagar as dívidas, o que adianta saber o rendimento do CDB ou se a bolsa subiu ou caiu?". Pois saiba que você está certa. Sim, o primeiro passo, antes de começar a poupar, é fazer um diagnóstico da sua vida financeira. Parece difícil, mas não é. Isso evita uma série de erros bem comuns.

Quer um exemplo?Muita gente tem dívida, por exemplo, por ter de parcelar a fatura do cartão de crédito. Isso acontece porque se comprou demais sem perceber que a fatura seria alta demais para ficar dentro do próximo salário. Essa ação pode demonstrar muitas coisas. Uma delas é descontrole no impulso por comprar.

A outra é simplesmente o fato de desconhecer o próprio orçamento mensal e não saber se vai ter de dinheiro suficiente no próximo salário para pagar a fatura. Esse último problema - a "falta de diagnóstico" - é a principal causa das dívidas, que vão se acumulando e nos impedindo de realizar sonhos e investir no futuro.Aqui vão algumas dicas para você fazer seu próprio diagnóstico:

- Saiba quanto você deve. Eliminar as dívidas precisa ser sua prioridade para “dar a volta por cima”.

- Saiba o quanto você gasta. Você precisa ter consciência de quanto de seu salário está comprometido com as contas mensais. Para isso, faça uma lista dos seus gastos (que pode ser no papel ou com ajuda de alguma planilha no computador). Se a soma das contas for maior que seu salário, é hora de cortar o máximo possível.

- Separe algum dinheiro para dedicar ao pagamento das dívidas. É sempre possível negociá-las com as instituições financeiras. Faça “sobrar” mais dinheiro por mês e pague seus financiamentos mais rapidamente.

- Depois que você pagar todas as suas dívidas, aí, sim, é hora de separar uma quantia mensal que será poupada e investida. Quando você chega a essa fase, começa a parte mais legal: planejar o que você fará com o dinheiro poupado e quanto tempo levará até alcançar a quantidade necessária. Pode até demorar, mas vai ser uma espera boa, pois haverá uma recompensa no final.

Postado por Evelin às 08:28 | 20/08/2009 | 1 comentário