Mulheres na bolsa
Pois é, a mulherada continua ganhando menos que os homens. Em setembro foi publicada a pesquisa do PNAD (Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílios, feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE), que revelou que, em 2008, o salário das mulheres brasileiras foram, em média, equivalente a 71,5% do salário dos homens.

Isso não é nada justo, mas o mercado de trabalho ainda está se adaptando ao fato de as mulheres ocuparem cargos mais elevados das companhias – inclusive os de presidente, como temos visto aumentar nos EUA, por exemplo. Mas, por que estou dizendo isso? Porque existe um lugar onde os rendimentos não têm diferença entre homens e mulheres. Os ganhos não sofrem qualquer discriminação de gênero, mas dependem apenas da informação e capacidade de análise. Este lugar é a bolsa de valores.
A consultora financeira Sandra Blanco, autora do livro Bolsa para as Mulheres, afirma que o número de mulheres na bolsa ainda é pequeno, mas está crescendo bastante nos últimos tempos, inclusive entre as donas de casa, que estão se dividindo entre as tarefas domésticas e o home broker – o sistema online de compra e venda de ações.
Nós temos nossas capacidades especiais, como a maior sensibilidade para analisar os prós e os contras de uma oferta, de pensar no longo prazo, nas consequências das nossas atitudes, nos riscos, nos retornos. Somos capazes de desenvolver o comportamento ideal de um investidor de bolsa de valores, que é a racionalidade.
E essa qualidade pode ser muito importante para evitar perdas e garantir bons ganhos no mercado de ações. Para entrar na bolsa, é imprescindível muita informação e força de vontade. Ainda bem que isso tudo nós temos de sobra!
Postado por Evelin às 15:50 | 14/10/2009 | 2 comentários


