Saúde: o ativo mais valioso que você tem 

Um post sobre saúde no Bolso da Saia? Isso era coisa para o Viva Bela, não? Calma, vou falar sobre saúde sob um aspecto que é possível você ainda não ter ouvido. Atualmente a qualidade de vida é amplamente comentada. É o assunto da moda. Mas você já parou para pensar o quanto ela é valiosa?

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Não dá para mensurar algo tão importante e ao mesmo tempo tão subjetivo. Dinheiro compra tratamentos médicos, remédios, hospitais. Mas a saúde completa, ou melhor, um aceitável equilíbrio entre mente, corpo e espírito não tem como pagar com nada. Aliás é o tipo de coisa que, se você não cuidar, quanto mais você trabalha e mais dinheiro ganha, menos você tem.

Isso aqui não é um discurso velho daquele ultrapassado ditado que “dinheiro não traz felicidade”. Afinal, estar tranquilo com as finanças é uma baita felicidade. Dormir sem preocupação é um ótimo sintoma de saúde mental. Mas dinheiro não é tudo.

Você deve saber, mas nunca é demais lembrar: momentos de felicidade, descontração, amizade, viagens, horas a mais de sono, sem fazer nada em casa, curtindo com a família, cozinhando, lendo um bom livro, andando e respirando ar puro na praça…  São coisas que mais ou menos dinheiro não vão mudar. Dependem exclusivamente de uma atitude sua: decidir!

Essa decisão pode implicar uma série de outras coisas. Por exemplo, uma mudança de emprego, para outro que exigirá de você um deslocamento maior ou mais horas de trabalho. Em contrapartida, o salário será bem mais alto. É o tipo de decisão que estará presente em toda sua vida e só vai complicando mais com o passar dos anos, pois novos aspectos como mais experiência profissional, casamento, filhos, pais idosos e etc vão aparecendo.

Simplesmente não dá para dar aquela resposta simplista de que família é o mais importante e blá blá blá. Isso você já sabe, já leu por aí! Apenas quem pode dizer se trabalhar mais e ganhar mais hoje é imprescindível para a segurança financeira de sua casa e do seu futuro é você, e ninguém mais. E nada de frase pronta. A análise é muito subjetiva para virmos com fórmulas prontas.

Só você sabe o quanto mais de trabalho sua mente pode admitir, se o clima que você vive no trabalho é ameno ou estressante, se seu corpo está pedindo descanso ou se está tranquilo para partir para a próxima rodada.

Se estiver tudo ok, bóra trabalhar e ganhar mais dinheiro, porque grana no bolso é bom e todo mundo merece!

Mas nunca se esqueça que a saúde é a coisa mais valiosa que temos. Quando a perdemos, pode ser que dinheiro nenhum a traga de volta. Por isso, enquanto você pode, conserve-a. No longo prazo, você verá que terá valido a pena investir nela.

 

Postado por Evelin às 12:00 | 13/07/2010 | Nenhum comentário

 Você resiste bem a uma vitrine? 

Não? Amiga, aqui a gente te entende! (rs) Poxa, é só ir ao shopping que descobrimos um montão de coisas que “estamos precisando” mas nem lembrávamos, né?

Você precisa de uma calça nova, que precisará de um sapato que dê certo com ela, que vai puxar um cinto novo ou uma bolsa. Difícil! O problema é que não dá muito para fugir desse lugar, né? Ele acaba reunindo tantos serviços - além das lojas - que na correria do cotidiano, muitas vezes, é passagem obrigatória para fazer uma refeição ou resolver outas coisas.

vitrine

Por essas e outras, simplesmente determinar “não vou mais ao shopping” não adianta. Então, vamos resolver o problema com algumas dicas diretas. Você pode segui-las ou não, adaptá-las à sua realidade, enfim. Depois, se quiser, conte para nós se deu certo ou não, combinado?

- Não passeie no shopping. Tem tanto lugar pra você conhecer… Shopping não é nada turístico! - Não faça seus filhos acharem que ir ao shopping é um passeio turístico. Leve-os a algum parque. Certamente tem algum perto de sua casa. Provavelmente, a entrada é gratuita e eles vão se divertir muito. Ainda mais se você brincar com eles;

- Não leve o cartão de crédito. Você não vai morrer se achar o sapato da sua vida e não comprar na hora. Você sobreviverá se for para casa, esperar alguns dias, até o próximo final de semana para então decidir se vale mesmo a pena;

- Se você puder não almoçar no shopping, evite ao máximo;

- Se for realmente fazer compras, não vá cansada, nem estressada, nem triste. Você e sua família precisam encarar a compra como algo necessário, como se fosse uma obrigação. Não como uma sessão de terapia. Será que dá certo? Quem quer experimentar?

Postado por Evelin às 18:02 | 30/06/2010 | Nenhum comentário

 Investindo com mais força: alavancagem 

Uma alavanca faz você levantar algo que, apenas com as mãos, provavelmente não conseguiria. Ou seria muito mais difícil. Com essa imagem na cabeça, fica mais fácil entender o que significa o termo “alavancagem” quando falamos de investimentos.

Um fundo alavancado aplica recursos de terceiros para aumentar o potencial de rentabilidade em determinado investimento. Assim, quando obtido o retorno, dá para devolver a parte “pega emprestada” e ainda aproveitar a diferença. Em outras palavras, o montante que você tem investido é maior que aquele que você realmente desembolsou, aplicou. Portanto, seu rendimento deve ser bem maior que aquele obtido se você tivesse aplicado apenas os recursos que já possui - limitados.

alavancagem

O problema de um fundo alavancado é seu risco. Como o valor investido é maior que o dinheiro que você colocou lá, se algo der errado, o prejuízo será nas proporções do valor total aplicado. O seu e o “emprestado”. É possível até que você tenha de acrescentar mais dinheiro para cobrir o “rombo”. Está tudo previsto no contrato que você assina antes de começar a investir.

Por essas e outras, é essencial saber quem está cuidando do seu dinheiro. Você não dá uma nota de R$ 50 para qualquer estranho na rua ir comprar três pãezinhos na padaria para você, né? Então, você não deixar seu dinheiro para qualquer um gerenciar onde e como investir.

Escolha instituições sólidas, conhecidas, entenda a estratégia e acompanhe o andamento. Ao notar qualquer problema, questione. Dúvidas? Pergunte. Profissionais podem saber muito mais que nós, leigos, sobre as tendências e movimentações do mercado, mas somente nós sabemos o quanto precisamos do nosso dinheiro, quando o usaremos e quanto risco queremos enfrentar.

Postado por Evelin às 17:56 | 30/06/2010 | Nenhum comentário

 Evite o consumismo infantil 

Tornar seu filho um bitolado sobre economia doméstica não é a melhor forma de educá-lo financeiramente. Vamos combinar: hoje o consumismo nos rodeia e nós, adultas, caímos em suas garras o tempo todo, não é verdade? Agora, se imaginarmos o quanto os apelos consumistas atingem as crianças por todos os lados, ficaremos muito, muito preocupadas.

O problema está, primeiro, na forma com que você e o pai da criança se portam em relação ao consumo. Claro que cada criança já é um pequeno universo, que desenvolve suas próprias vontades e reações, mas exemplo que parte dos adultos é grande influência, inegavelmente. Portanto, se vocês forem daqueles que compram tudo pela frente, será difícil controlar os famosos escândalos que muitas crianças fazem no supermercado porque a mãe não quer colocar mais aquele brinquedo no carrinho de compras.

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É super compreensível que queiramos dar tudo o que podemos - e o que não podemos de vez em quando - aos nossos filhos. Também, trabalhamos tanto e, se fomos privados de algo em algum momento de nossa vida, não queremos que eles passem por isso sem necessidade, né?

Mas pense: será essa a melhor forma de prepará-lo para as adversidades da vida? Os comerciais da TV sempre mostrarão tudo lindo, maravilhoso e lustroso… mas não é duro o esforço com que temos de trabalhar para conseguir o dinheiro suficiente para adquirir tal produto? Não custa nada adiar uma compra que seu filho tanto deseja para fazê-lo entender como as coisas funcionam.

Aliás, custa sim! Custa tempo, dedicação em ensinar, em conversar, e paciência para conversar, fazer-se compreender, educar. Daí, na pressa, corremos com tudo, passamos o cartão de crédito e problema resolvido.

Infelizmente é assim que tem funcionado, mas não deveria ser, né? O maior bem que se deve dar aos filhos é o discernimento do que é material e o que é sentimental, mostrando que ambos são importantes, mas que o que há no coração é ainda mais valioso, é um ativo que queda nenhuma nas bolsas será capaz de desvalorizar.

Lembre-se sempre que as crianças são um dos alvos do mercado publicitário, pois todos sabem o quanto elas influenciam nas decisões de compra da família toda. Vai depender de você ficar de olho, acompanhando-a de perto antes que o bichinho do consumismo a pique e ela seja vítima do consumismo cedo demais! As finanças da família agradecem. :)

Postado por Evelin às 17:47 | 30/06/2010 | Nenhum comentário