Grandes momentos do biquíni 

Biquínis são mais antigos do que a gente pode imaginar. As competidoras das olimpíadas gregas usavam uns bem moderninhos que com certeza seriam aprovados pelas fashionistas!

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Mas recentemente foi lançado “As 100 +”, livro escrito pela editora de moda da Marie Claire norte-americana e jurada do programa da TV “Project Runway” Nina Garcia. E entre tantas dicas e informações há uma lista com “Os Grandes Momentos do Biquíni” feita por ela.

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Aqui os indicados pela poderosa Nina Garcia como fundamentais na história do biquíni:

* 1957: Brigitte Bardot brinca na praia vestindo um biquíni no filme “E Deus Criou a Mulher”. O mundo todo nota, e o biquíni vira peça desejada.

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* 1960: É lançada a canção “Biquíni de Bolinha Amarelinha”. As vendas dos biquínis atingem a estratosfera.

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* 1962: Ursula Andress veste um biquíni branco com cinto no filme no James Bond, “007 Contra o Satânico Dr. No”. O mundo fica estarrecido e agitado.

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* 1982: Phoebe Cates sai da água num biquíni vermelho no filme “Picardias Estudantis”. Os rapazes apertam a tecla de rebobinar várias vezes.

* 1983: Carrie Fisher usa um biquíni dourado em “Guerra nas Estrelas: o Retorno de Jedi” e vira mito nerd.

* 2002: Halle Berry usa um biquíni laranja com cinto no filme de James Bond “Um Novo Dia para Morrer”. O mundo se agita… novamente. Eu ainda acrescentaria Leila Diniz, linda e grávida com um biquíni nas praias do Rio de Janeiro.

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E você, tem algum momento que se lembra e não está listado aqui?

Postado por Liliane Ferrari às 09:30 | 26/01/2010 | Nenhum comentário

 Broto forever 

Quem nunca brincou de colocar o feijão no algodão molhado pra ver germinar? Quem nunca ouviu falar que os alimentos mais saudáveis são os mais fresquinhos? Agora imagina juntar as duas coisas: você plantando em casa brotos fresquíssimos para comer. Além de montar um jardinzinho lindo, vai ficar energizada, isso porque brotos são o top em vitaminas no mundo dos vegetais e no tal processo de desenvolvimento de germinação há um aumento na concentração de DNA, de uma molécula portadora de informações vivas que o organismo utiliza como matriz para reproduzir células novas e assim a formar novos tecidos, o que revitaliza a nossa pele. Viu? Broto forever.

Nas pesquisas internéticas encontrei: “Human Nutrition Information Service, órgão vinculado ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, mostram que nos brotos de trigo a quantidade de vitamina C aumenta 600% e a de vitamina E triplica nos quatro primeiros dias do crescimento. A soja após 48 horas de germinação tem sua quantidade de caroteno duplicada. O mesmo acontece com a riboflavina em 54 horas. Essas duas substâncias ajudam a evitar os efeitos colaterais da menopausa e a combater o câncer.”  Nos supermercados, é bem fácil encontrar brotos de alfafa ou de feijão como esse da imagem. E eu, aliás sempre compro e faço refogado.

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Agora se você quiser provar brotinhos mais diferentes tem que comprar as sementes e FAÇA VOCÊ MESMA. Escolha as sementes como: linhaça, girassol, alfafa, gergelim, rabanete, trevo ou grãos quinua, trigo, lentilha, feijão-verde, grão-de-bico, aveia, soja, ervilha. Agora, observe esse esqueminha prático para cultivar seus brotinhos:

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Coloque um punhado das sementes ou dos grãos que escolher em um vidro bem limpo e deixe de molho em água mineral por uma noite. Feche o vidro com um pedaço de filó/tule preso com um elástico na boca do pote de vidro. Escorra a água que ficou durante a noite de molho e ponha água nova para lavar e escorra novamente mas sem deixar de molho dessa vez. A partir daí, a germinação acontece no ar, não mais na água. Por isso, deixe o vidro inclinado com a boca para baixo para que não acumule água. Durante o dia, de seis em seis horas, lave as sementes e escorra a água para não acumular toxinas nem fungos. Quando as sementes estiverem com um “narizinho” apontando para fora, já estão germinadas e podem ser consumidas. Esse processo demora em média 4 dias.

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Os brotos ficam muito bons em salpicão de legumes com maionese, refogados rapidamente no oki com shoyo, somente escaldado com água quente numa saladona bem temperada, cru num patê de atum…enfim, são várias opções ultrasaudáveis, light e fresquinhas para comer muito, sem restrição de quantidades e se sentir bem satisfeita.

Postado por Liliane Ferrari às 09:51 | 11/01/2010 | 2 comentários

 Não se fazem mais divas como antigamente? 

Pois é, acho que mulheres como antigamente até são feitas, mas atrizes que encarnam elegância, personalidade, que criam padrões, ah, essas não existem mais. A indústria cinematográfica é cada vez mais voraz, os diretores cada vez mais comerciais e as atrizes cada vez mais pasteurizadas e menos inspiradoras.

E nem venha me dizer que Angelina Jolie, Julia Roberts, Nicole Kidman se comparam com qualquer uma das cinco mulheres que selecionei nessa lista. Elas ainda precisam de muito arroz e feijão para estabelecer no imaginário aquilo que hoje as divas do cinema dos anos 40, 50 e 60 conquistaram com seu talento. Essa atrizes maravilhosas do passado tiveram classe, beleza, inteligência e oportunidade de inaugurar uma atitude feminina forte e consistente o bastante para permanecer como referência para as artes e para o cotidiano. Elas também não tinham silicone, botox, lipoescultura, aplique no cabelo, tratamento de imagem, lentes poderosas: é tudo na raça.

Creio que é disso mesmo que falamos, de atitude em cena, de originalidade e naturalidade. Por isso, tire uns 15 minutos e delicie-se com esses trechinhos de cenas e reveja Marilyn Monroe, Rita Hayworth, Elizabeth Taylor, Audrey Hepburn e Grace Kelly.

A sexy-ingênua: Marylin Monroe na clássica cena em que o vestido levanta, dá aquela esperançazinha aos ‘feios’, de que eles podem ser amados por ela, como o monstro da lagoa…

A poderosíssima: Elizabeth Taylor como Cleópatra abusa dos olhos que Deus lhe deu e do drama que só ela soube interpretar. E em Cleópatra ela está no auge do glamour.

A natural: Ah, Rita Hayworth! Nunca haverá mulher como ela: os cabelos ondulados e ruivos, o tomara-que-caia, a performance e a canção… enfim, o mundo foi criado para ‘Gilda’.

A atriz-princesa: Grace Kelly, em ‘Janela Indiscreta’, além de ostentar um figurino para poucas, não faz o gênero canastrona e num dos melhores beijos do cinema mostra porque foi uma atriz inigualável.

A bonequinha: Audrey Hepburn na eterna cena de abertura de ‘Bonequinha de Luxo’ comprova que até pra andar num tubinho preto e comer um há que se ter classe e simplicidade que vem de dentro.

Postado por Liliane Ferrari às 17:50 | 08/01/2010 | Nenhum comentário